quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Não contei a ninguém o que senti quando partiste

Uma estrela que brilha no meio de tantas estrelas.
Essa estrela que me ensinou tudo (mas mesmo td) num curto espaço de tempo.
Ela tinha paciência para mim, ninguém mais tinha.

Nunca esqueço de ti, estás sempre presente em tudo o que faço ou deixo de fazer na minha vida. Também não me esqueço das palavras amigas que ainda me confortam.

Só te peço uma coisinha...
Dá-me a força que me tens dado porque eu acredito que estás sempre comigo, sempre do meu lado*.
Só te digo, tenho saudades de tudo. Das brincadeiras, das conversas sérias e cómicas (acabavamos de ter sempre uma dor no abdominal que era uma coisa fenomenal), de estar eu,tu e o André naquelas tardes de Verão inesqueciveis!

Este dia foi a última vez que te fui visitar, mas em casa. Tinhas acabado de vir daquele ambiente que não gostavas nada (lembras-te? estavas sempre a reclamar de tudo "isto e aquilo não gosto nada..." mas era para o teu bem.
E quatro dias depois partiste para o descanso. Acredito que sentiste um alívio grande. Mas quando o André contou-me da tua partida eu não quis acreditar :'(
...
Quando soube tudo desabou, posso dizer que nunca tinha ficado assim parada como uma estátua!
Fiquei dias assim , a pensar que era mentira. Quando te vi... ali...nem sei bem ao certo o que se estava a passar' e o que sentia. O André também não se aguentava.
Então só nos resta a nós "para contar, lembrar a tua história" tudo está na nossa memória.


*Foste tudo de bom que apareceu/ aconteceu na minha vida @

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