sexta-feira, 9 de abril de 2010

vejo, sinto e quero...

Deixar voar como uma pena
Deixar levar os cabelos com o vento
Deixar passar a corrente que te leva para
um caminho que tens de (ultra)passar
Pisar aquela terra húmida, inesperada
por um calcanhar fulminante e errante
que te deixa voar, sonhar e desejar.
Que te olhe nos olhos e que tenha a visão
mais bonita, que mais vira na vida.
Deixar um sorriso no coração mais doce e dançante que ultrapassa o amor que existe no mundo, por quem mais ama.
Ama e odeia os corações despedaçados pelo mundo fora,
uma espera errante e luminosa na chuva que não passa

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